Actualmente, vivemos num contexto de competitividade, agressividade e impaciência.
As pessoas andam assim.
Eu acredito que a agressividade vem de sempre, o stress fica como culpado, mas as pessoas são isto mesmo, más e egoístas.
Não querendo generalizar,há sempre as boas pessoas !!!
Causas mínimas, ou a ausência delas, tornam-se motivos de separação entre casais e amigos.
Isto acontece porque lidar com pessoas é uma das coisas mais difíceis que existe.
Para quê viver brigando quando se pode alcançar os objectivos vivendo em paz?
Há conversas que vão e vêm, conversas que passam, conversas sem sentido, conversas para perder tempo:
- As chamadas “conversas de café”.
Contudo a banal presença mesmo ao balcão para tomar um café à pressa, pode-nos brindar com uma “conversa” que nos faz pensar na vida, nas pessoas e nas nossa postura perante as coisas.
Talvez, seja mais fácil deixar tudo como está do que tentar fazer diferente.
É que nós corremos o risco de acertar e fazer muito melhor.
Ou então, deixar tudo como está ,é o resultado mais imediato da resistência em abandonar a zona de conforto da preguiça e da inércia.
Pode ser fácil adaptar-nos a situações de agressividade nos nossos relacionamentos, até nos mais íntimos, encontramos sempre justificação para a violência do outro.
E, a nossa vida?
Aí, a chance de viver com um pouco mais de dignidade e em paz começa a ficar uma realidade distante de nós
Assim como é fácil deixar tudo como está, não pode ser difícil romper com uma situação desconfortável.
Criar um novo ciclo de mudanças, procurar a paz e tranquilidade.
Ninguém tem dúvidas de que as dificuldades aparecem, mais cedo ou mais tarde, na nossa vida.
Quando começo a analisar bem as coisas, dou-me conta de que os caminhos que vou fazendo no dia-a-dia, não são mesmo nada originais.
E fica o quê? Desilusão desanimo, por não conseguir....fragmentos do cotidiano, impressões e sensações.
Aqui não faço especulação.
Apenas o simples, apresentado com simplicidade.
Porque eu sei que para qualquer absurdo há sempre um precedente.
Afinal, talvez consiga fazer alguém feliz!