quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

E,os dia a passar...

As horas os dias passam, e o calendário não para, e passamos o virar de página para o mês seguinte.
Continuo a andar, e a voltar aos mesmos sítios, e com estas voltas encontro as alegrias, os contratempos, e aprendo a dar mais valor e sentido à vida, à família aos amigos, a todos.
Descobri a necessidade que tenho de estar junto delas, e que não sei viver sózinha.
Ao olhar para a vida vejo que nada posso perder, a minha essência são as pessoas, boas, más, todas, os meus sentimentos nascem com elas no quotidiano.
As pessoas criam rumores e adversidades, estão ao meu lado, a testar a paciência, até o meu orgulho, ou o amor simplesmente.
Mostro-lhes que as amo, conquisto-as e cultivo-as todos os dias, porque não quero sentir saudades amanhã, porque não quero perder a oportunidade de poder demonstra-lo hoje.
O amanhã pode ser tarde, até porque os dias continuam a passar....
E, a vida nunca muda.
Afinal o que é que me faz falta?
-É o que eu tenho em excesso.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

A saudade de um dia, já lembra a saudade de muitos...












domingo, 31 de janeiro de 2010

Com o silêncio


Sinto-me feliz por ser assim.
A minha felicidade voa com o vento,e vai suavizando a tristeza de quem eu amo. Vou vivendo,
intensamente.
Vivo com o coração.
Sonhando
Sonho ser poeta da liberdade.
Sonho ser uma actriz da vida..
E sou.
Sou feliz!
Feliz com o silêncio.
Feliz com o olhar.
Feliz com o sorriso que me encanta.
Feliz com as palavras.
Feliz com a vida, que me surpreende.
Feliz com o que não oiço.
Feliz com o que eu não sei.
O que eu escrevo, não faz eco, não soa nos ouvidos de ninguém, porque são os meus silêncios, os meus olhares, é a minha razão pela vida, estranha, egoísta, pois só quero encontrar a sabedoria e a beleza naqueles que gosto, e amo.
Continuo a acreditar e a sonhar.
Hoje, consegui abraçar o vento e senti que abraçava o Mundo!
Foi um sonho,
no silêncio....

domingo, 24 de janeiro de 2010

Partida...

Dei por mim a pensar que a vida é um aeroporto, onde todos os dias, todas as horas há partidas ..., e chegadas.

E, é ver sempre as dificuldades da separação...e, a ansiedade e alegria, junto à porta das chegadas.

Na sala das partidas,temos já um voo directo, um destino, uma rota, para a procura de novas etapas.

Aqui o importante neste processo, não é só o ok da viagem, é também identificar o que podemos fazer e conhecer no momento.

É escolher os próximos passos com mais liberdade, e sem auto punições.
Como as relações humanas estão sempre em transformação, há sempre possibilidade de começar a defenir novos vínculos.

Existem opções para encerrar histórias presentes, e repensar o futuro, dispondo sempre a construção da felicidade sem rancor e sem pressas.
Há sempre um dia em que descobrimos o que nos interessa, quem nos interessa e, quem ainda vai interessar.
Não devemos nos preocupar com o que já é passado.
Na vida nada é por acaso.
Há sempre um motivo para não estarem no nosso presente, nem fazerem parte do nosso futuro.
Para uma mulher linda, inteligente, que ama a simplicidade da vida,que é romântica, sonhadora, terna, sensível, emotiva, tímida,amiga,mas que ao mesmo tempo é forte justiceira e determinada, vai ultrapassar a emoção e seguir com a razão. Mesmo porque a felicidade espreita-a na próxima esquina,na próxima viagem, no próximo voo...

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Acontece



Acontece, dizem uns, outros dizem é a vida, e cada pessoa à sua maneira, resigna-se aos imprevistos.
O certo é que vai acontecendo... coisas muito boas!!!, boas!!!, menos boas... e más.


Cumprimentamos, desejamos saúde, muita saúde, saudamos num ritual quotidiano que nem nos apercebemos da importância de tê-la.

Somos compassivos e impotentes perante a doença e até é difícil conseguir disfarçá-la.
Falta o ânimo a força, a ausência do sorriso e das gargalhadas, é porque quando estamos doentes é muito difícil pensar em coisas engraçadas.

Simplesmente queremos é estar bem.
Sentimos que os passos deixam de ser firmes, e os pensamentos vacilam entre o optimismo e receio do menos bom.
Não é por egoísmo, é já sentir saudade de estar bem.

Apesar do cinzento e das banalidades, vou viajando incólume para lugares só meus. Os sítios dos meus sonhos.
Refugiu-me na poesia, e passo a transcrever:

- Mar Novo 1958

Este é o tempo
Este é o tempo
Da selva mais obscura
Até o ar azul se tornou grades
E a luz do sol se tornou impura
Esta é a noite
Densa de chacais
Pesada de amargura
Este é o tempo em que os homens renunciam.



Sophia de Mello Breyner

domingo, 10 de janeiro de 2010

Agarrar a felicidade

Quando eu quero medir a felicidade, ela parece fugir,
é por ser tão grande!
Quando eu penso que vou ser feliz, ela esconde-se na minha sombra, e não consigo apanhá-la.
Quando estou feliz,
ela transborda, e eu partilho com quem mais gosto.
Quando eu quero retê-la por mais tempo,ela voa, e acena-me lá do alto, rindo e goza de mim.
Quando eu vou desistir
ela provoca-me e chamando, diz-me:
- Vem, eu estou aqui.
E, eu vou...
É este o caminho que eu vou percorrendo.
Agarrando e sentindo intensamente a vida.
Recomeçando sempre, mas a sentir que só estou continuando...

domingo, 3 de janeiro de 2010

Comiseração...daí reflectir









Almas humanas que dilaceram o bem estar da sociedade.

Sentimentos que vão gradualmente corroendo tudo o que há de bom!

Banalização da vida.

Consequência falta de respeito, amor, paixão, enfim..., de todos estes conceitos fica a mesquinhez.

E assim, o tempo passa e a vida fica despedaçada ...é atirar os dias os meses os anos para um fundo sem chão.

E o pior é que o ódio é cultivado entre a própria espécie humana.


Talvez, quem sabe ! se já não chegou a hora de melhorar e qualificar a tecelagem humana.
Ou simplesmente acabar com uma definição coerente e aplicável.

Assim metaforseando,
reflectindo,
sem comiseração....

Funchal

Funchal